26 de fevereiro de 2013

7ª FEIRA DO VINIL EM CURITIBA

Neste sabadão (02) tem a sétima edição da Feira do Bolachão (Feira do Vinil) realizada pelo Canal da Música.
 
Conforme anunciado serão mais de 25.000 títulos em vinis para todos os bons gostos. São esperados mais de vinte vendedores de três estados da Federação.


O Canal da Música fica na Rua Júlio Perneta, 695, Mercês. Para saber como chegar, clique AQUI.

21 de fevereiro de 2013

VOCÊ OUVE RÁDIO?

Recentemente conversei com algumas pessoas sobre o assunto e resolvi fazer um post.

Nas últimas décadas, constantes evoluções tecnológicas ocorreram. Tais mudanças afetaram diretamente a rotina das pessoas. Hoje, vivemos no século em que as pessoas baixam músicas da internet gratuitamente (e ilegalmente?) e as transferem para aparelhos e acessórios eletrônicos, os quais armazenam centenas ou milhares de arquivos (música hoje é tratada como arquivo).

Mas nem sempre foi tão fácil. Na década de 1980, por exemplo, as pessoas usavam aparelhos de som integrados e gravavam suas músicas prediletas em fitas cassete que comportavam, no máximo, noventa minutos de áudio. Assim, era possível "transportar" músicas no toca-fitas do carro ou em um Walkman. Isso era o limite para a portabilidade de mídia musical.


Porém, em aparelhos estrambólicos ou acessórios discretos, há vinte anos ou nos dias de hoje, uma opção para ouvir músicas continua igual: o rádio. Ele é a alternativa mais simples, barata e democrática para se ouvir notícias, jogos de futebol e, principalmente, músicas.

Obviamente as estações de rádios também passaram por uma revolução tecnológica: DJ's perderam emprego para computadores, discos de vinil e cartuchos foram substituídos por arquivos de áudio digitais e o dial ganhou a "concorrência" da web. Ainda assim, elas continuam ao alcance de todos.

Mas com tamanha facilidade em se adquirir, converter e transportar (incontáveis) arquivos de música nos dias de hoje eu pergunto: você ouve rádio?

Para saber a opinião dos caríssimos seguidores e leitores do Blog resolvi publicar uma enquete, a qual encontra-se na barra lateral (P.S: resultado da enquete nos comentários).


***

BATE-PAPO COM MESTRE LUIZINHO
Pra finalizar o post segue o bate-papo que tive com Luizinho Farias que comanda o programa Rock and Roll All Night transmitido pela Rádio Mundo Livre (93,9FM) às sextas-feiras. Confiram:

Como você entrou no mundo musical? 
Sou do tempo das festinhas de garagem, na faixa dos 11 aos 14 anos. Eu e dois amigos montávamos nossas caixas e todo fim de semana tinha uma para tocar.

Profissionalmente, qual foi o seu primeiro contato com uma emissora de rádio?
Quando a extinta Metrô FM, hoje 98 FM, entrou no ar. Fui conhecer os estúdios a convite de um amigo e quando cheguei lá a rádio estava fora do ar. Fui convidado pelo Palitto, Sr Lourival Pedrazzani, então diretor da Rádio, para trabalhar das 12 às 18.

Qual o perfil do ouvinte do Rock and Roll All Night
Segundo nosso departamento de marketing, a maioria é de pessoas com menos de 40, quase meio a meio (F/M), classe B e C. O retorno de emails e postagens confirma isso.


O programa rola nas noites de sexta. Você já chegou a pensar em outro dia da semana para fazê-lo? 
Esse programa foi uma ideia do nosso Diretor Artístico, Helinho Pimentel, e a princípio era nas quartas. Acho que na sexta é o dia ideal, já que a programação é sempre atendendo pedidos e mais “dançante” que “radiofônica”. Serve prá um esquenta, como disse o Gilson, um ouvinte assíduo.

Você acredita que, de médio a longo prazo, as rádios migrarão definitivamente para a web ou o dial é eterno? 
Acho impossível. O Brasil é um país continental e, apesar dos esforços, ainda carente de tecnologia para as pessoas de baixa renda. O rádio ainda é um companheiro inseparável.

Os roqueiros com mais de trinta anos foram influenciados por bandas que curtiram na adolescencia e outras de época distintas. Você acredita que os adolescentes de hoje vão se influenciar pelo Rock tanto quanto as gerações anteriores? 
Eu acho que não. Hoje a informação é muito rápida, mas é incrível como o Rock atinge os adolescentes. No show do Iron Maiden aqui em Curitiba, a grande maioria era de adolescentes que nasceram depois que a banda foi formada. Assim é com outros que têm contato através dos pais, discos, programas de rádio. O Rock já foi moda, depois vieram os estilos variados, e hoje o clássico continua intocável. Se você for no show do Nazareth na Sociedade Abranches vai sentir o que é isso. A grande maioria cantando músicas de 30, 40 anos atrás.

Curitiba deixou de receber recentemente alguns shows e, em alguns casos, teve eventos musicais cancelados. Você acha que o motivo está na promoção desses eventos, na falta de locais adequados ou no desinteresse do público? 
Ás vezes leio que o público curitibano paga 400 pilas por um show internacional e não paga 20 para uma apresentação local. Os promotores querem dinheiro fácil, portanto a gente só recebe o que vai dar lucro. Falta promoção em alguns eventos. No RRAN tenho a liberdade de divulgar shows e eventos, mesmo eu fazendo e divulgando isso, nunca recebi nenhuma comunicação que não fosse anunciada na radio.  

Na sua opinião, da década de noventa pra cá foram lançados sons tão bons quanto aqueles de outros tempos? 
Depende do que é “bom”. A qualidade sonora evoluiu muito, mas, como disse Peter Frampton, “a maioria se rendeu ao lucro fácil de sucessos instantâneos”. Tanto que não existem boas bandas “adultas” nascidas nessa década. Trixter, Crazy Lyxx, American Dog são alguns exemplos de como fazer rock em tempos universitários.

Você foi operador de som da SPARKS (lendária equipe de som). Você acredita o Rock ainda pode rolar em clubes/casas noturnas exatamente como antigamente ou isso estaria mais para um "baile da saudade"? 
Uma vez, depois de uma entrevista e uma seleção de “disco” (sim, eu sou dessa época) em um programa, recebi convite para tocar um set em três casas em dias diferentes. O pai (na faixa dos 45) de um dos produtores do programa disse para ele: “se tocasse essas músicas, eu e meus amigos iríamos tranquilamente”. Infelizmente não rolou, mas é a prova de que existe “inteligência depois dos 40”. Falta iniciativa, veja o exemplo da Sociedade Abranches.  

Nas rádios européias costumeiramente ocorrem transmissões de shows de Rock ao vivo. No Brasil, dá pra contar nos dedos as vezes em que isso aconteceu. Trata-se de uma questão cultural?
Não. É questão financeira mesmo. Sem patrocínio não rola nada.

Para finalizar, você poderia recomendar cinco discos de acordo com o seu gosto musical? 
É difícil recomendar só cinco. Pela ordem de importância na minha vida seriam: Machine Head do Purple, Highway to Hell do ACDC (prefiro o Bon), British Steel do Judas (há controvérias), One Vice at a Time do Krokus e pra sintetizar o "ao vivo" de 2007 do Led, Celebration Day. 

Muito obrigado por atender o Blog, Luisinho.
Agradeço pelo papo, um abraço e parabéns pelo Blog, sempre atual.


16 de fevereiro de 2013

CONHEÇA DEZ FONES DE OUVIDO QUE FAZEM A DIFERENÇA

Matéria do MSN Tecnologia sobre fones de ouvidos. Vale como referência para quem procura por fones de qualidade.


Qual a vantagem do fone de ouvido?

A indústria de fones cresce e continuará a crescer enquanto mais e mais músicas e filmes forem armazenados em smartphones e tablets. E para tirar melhor proveito desse tipo de conteúdo nesses dispositivos móveis, investir em fones de ouvido realmente bons se faz cada vez necessário. Lembre-se: como o som é controlado e customizado de acordo com o espaço dentro de cada fone, um par de fones que envolve o ouvido - como são os Beats by Dre, aqueles que você vê nas ruas, nos atletas olímpicos e em clipes - proporcionará uma experiência sonora que superara facilmente as caixas de som com o dobro do preço, pois elas não foram customizadas para o espaço que você tem na sua sala. É claro que você pode mudar os móveis de lugar para melhorar, mas por que fazer isso se comprar os fones é bem mais prático?
 
Confira 10 fones testados e compare o resultados.


Se você pensava que o som do fone do Dr Dre era o melhor em graves, reveja seus conceitos. O MDR-XB 910 é projetado para você ouvir música pop e dance, oferecendo toda qualidade de som das baladas de Ibiza no seu auge. Grande, volumoso, prateado e com cabos que não se enrolam, ele é perfeito para usar em casa ou na rua. O novo modelo metálico é mais divertido e menos previsível que os antigos fones pretos que a Sony produzia. E no que diz respeito ao som, eles proporcionam a sensação de que você foi transportado até a pista de dança de uma das melhores das noitadas de Londres.
 
Principais características: destaque no grave, design moderno e cabos que não dão nó.
Perfeito para: todas as músicas de dance e pop, de  Skrillex até Carly Rae Jespen, aquela do 'Call Me Maybe'.
Preço: 149 libras, em torno de R$ 450.


O Focal é top de linha entre os fones profissionais e entra agora no mercado para aqueles que usam só por diversão esperando que seu estilo clássico conquiste os fãs de música. Ele tem um cabo com controle para iPhone e um isolador de som que não bloqueia somente o som de fora, mas que não deixa vestígios do que está ouvindo, por mais alto que seja.

O Focal pode ser encontrado em branco e preto, bonito, mas neutro, para que você não parece um adulto-criança durante uma viagem à trabalho nem o último grito da moda nas ruas. Em termos de som, são todos bem equilibrados, porém carecem de graves mais fortes em volumes baixos, então você precisará aumentar um pouco o volume para ter aquele grave extra. 

Principais características: lindo design e isolamento de som.
Perfeito para: rock e faixas acústicas.
Preço: 199 libras, em torno de R$ 600


Esses fones inteligentes tem um design voltado para adultos, detalhes em couro, alta fidelidade no som e perfeitos para usar em poltronas. O som é muito equilibrado e detalhista.

Ouvir uma complexa gravação ao vivo como de 'Heaven and Hell', em 1970, da banda The Who, no Isle of Wight Festival, dá a impressão de que você está ao vivo no show. O ponto fraco é que apesar de um útil e robusto controle embutido, os fones não são tão resistentes quanto parecem. Eles contam com uma garantia de dois anos, mas não podem ser dobrados e o cabo não é tão bom quanto os de seus concorrentes.

Junto com o fone vem uma capa para a proteção, até porque não é confortável usá-lo em volta do pescoço. São excelentes para usar em casa e ajudarão a descobrir alguns detalhes de suas músicas e filmes favoritos.

Principais características: excelente som, design inteligente e leve.
Perfeito para: todas as músicas - funciona melhor em casa do que nas ruas.
Preço: em torno de 259 libras, ou R$ 789.


Um dos mais resistentes e duradouros fones deste top 10, este fone vem com uma capa de Lycra, simples, mas estilosa. O AKG K619 oferece muito som grave e razões para o investimento - é difícil achar defeitos nele. Inspirados nos modelos para DJ, tem uma sensação robusta, porém leve, e um bom isolamento de som.

É relativamente fraco para músicas pop como as da cantora Taylor Swift, 'We Are Never Ever Getting Back Together', mas para o rock e dance é bem impressionante para o preço. Possui um controle remoto no cabo e um extensor também, apesar ter um comprimento perfeito do bolso para a cabeça.

Principais características: Leve, encorpado e  extremamente resistente.
Perfeito para: rock e dance.
Preço: 99 libras, ou R$ 301.


Com um look moderno diretamente dos especialistas na produção de fones de alta fidelidade (hi-fi), é importante deixar claro que além de serem grandes e confortáveis, também são leves e amplos o bastante para envolver as maiores orelhas sem tocar as laterais.

Isso significa que é confortável para ouvir em casa, no escritório e na rua. Não esquenta as orelhas e isola o som adequadamente. Você ainda pode escolher entre dois cabos grossos revestidos com tecido, um deles com um controle remoto embutido.
Com notáveis detalhes no som é, sem surpresas, o melhor fone deste top 10 e chega até a ser usado em estúdios profissionais.
 
O couro macio, ao lado do metal e do plástico são excelentes também - uma vez que você experimenta, é difícil se acostumar com qualquer outro. Eles podem parecer grandes para algumas pessoas, mas definitivamente valem o preço e a aparência.
 
Principais características: Leve, encorpado e extremamente resistente.
Perfeito para: todas as músicas e faixas com som, promove fidelidade no som mesmo quando usados nas ruas.
Preço: 499 libras, ou R$ 1.500


O design simples e liso é o destaque do produto. Eles são conectados via Bluetooth e wireless em todos os aparelhos que possuem essas tecnologias, smartphones, tablets ou mesmo seu PS Vita. Seu cancelamento de ruído funciona por cerca de quatro horas graças a uma bateria interna que é carregada por um cabo USB (provavelmente o mesmo que você usa para o seu smartphone, a não ser que ele seja um iPhone). A música para automaticamente quando você tira o fone da cabeça e há um aplicativo para ajustar suas preferências. O som é melhor através do modo de cancelamento de ruído de pilhas e pobre sem ele, através do cabo.

A invenção é estendida para o controle de música e o fone tem volume sensíveis ao toque na lateral, talvez isso seja um problema já que pode ser facilmente mudado por acidente.

Em termos de qualidade de som, o sistema contra ruídos funciona perfeitamente e o som é bom, ao invés de maravilhoso. O volume precisa ser alto para que o melhor seja explorado, mas isso diminui o tempo de funcionamento da bateria.

Apesar de tudo, o preço é bem razoável se considerarmos a conveniência do cancelamento de ruído. Esses não são fones de ouvido ruins, mas eles não são os mais convenientes de usar todos os dias. Quatro horas de cancelamento de ruído pode ser pouco para uma viagem.

Principais características: design clássico, confortável, cancelamento de ruído, wireless.
Perfeito para: todos que odeiam fios e ruídos externos.
Preço: 349 libras, ou R& 1.000.


A primeira coisa que chama atenção no fones é o formato, o esqueleto leve. Baseado em fones profissionais usados em estúdio e por DJs - o Sennheiser HD 25s - o Amperiors foi feito com cores diferentes e melhor conforto em contrapartida do HD25, mas manteve a característica de poder manter um dos fones na sua cabeça ao invés da orelha, assim o DJ pode ouvir tanto seu mix como a multidão.

Se você está atrás de um par robusto, com um controle remoto, que bloqueia o som exterior com mais eficiência, esse é o ideal e dispõe da qualidade de som dos fones da marca Sennheiser Momentum. Eles são bem versáteis e encaixam perfeitamente na cabeça, se tornando uma boa opção para usar nas ruas.

Ao ouvir o recente single de Neil Young e Crazy Horse, 'Walk Like A Giant', o grave da música é bem definido e combina com a clareza da voz e com os assovios. Esses fones podem se tornar bem altos quando necessário, e você raramente precisa passar do meio da barra de volume do iPhone.

Principais características: design de DJs, excelente som e bloqueio do barulho externo.
Perfeito para: para ouvir odos os tipos de música e qualquer um que precise usar fones o dia inteiro.
Preço: 259 libras, cerca de R$ 800.


O modelo X1 é destinado para ouvir em casa e ideal para quem precisa de alta fidelidade no som, podendo ser conectado não apenas no smartphone ou tablet, mas também na televisão. São robustos e destinados a durar bastante, além de ser o fone mais confortável testado - envolve suas orelhas e se ajusta na cabeça automaticamente como uma tiara.

É necessário um adaptador dourado para que o fone possa ser usado no smartphones e tablets, mas é ótimo para detalhes em música acústica e clássica e filmes de ação. 

O preço é bem competitivo e deixam para trás muitos fones que são projetados para serem usados nas ruas.

Principais características: grandes, design confortável e som rico.
Perfeito para: usar em casa e esperar os anos de durabilidade passar.
Preço: 69 libras, em torno de R$ 200.


Por ser mais fino que os outros desta seleção, ter a possibilidade de ser usado via wireless e Bluetooth e ainda trazer o estilo clássico da Sony, é considerado o mais amigável para ser usado nas ruas. Para aqueles que procuram praticidade na hora de carregar, ele dobra e por isso cabe nas menores bolsas masculinas junto com o iPad.

Confortáveis após ajustados, eles são seguros, duráveis e ficam tão bem no seu pescoço quanto na cabeça. Há pouco, ou quase nada, para se reclamar com relação à sua construção e estilo. A característica chave, além do design elegante e do wireless, é a conexão via Bluetooth por meio de uma bateria recarregável que fica dentro dos fones. Segundo a Sony, é possível usar 30 horas em modo Bluetooth ou wireless sem recarregar, mas só conseguimos usar 20. Se você tem um smartphone da Sony é possível simplesmente tocá-los e eles sincronizarão automaticamente.

Em termos de som, são equilibrados e neutros, não oferecem um grave para sacudir sua cabeça. Destaque para o rock e pop, apesar da versatilidade do produto.

Principais características: wireless, leveza e boa construção.
Perfeito para: para quem ama música e odeia os fios.
Preço: 249 libras, cerca de R$ 750.


No top da marca House of Marley está um produto da linha mantida pelos descendentes de Bob Marley que possui tiras coloridas na borda dos fones e cabos robustos. São fones de qualidade e confortáveis, apesar de serem pesados.

Cancelamento de ruídos é possível graças a baterias AAA que funcionam incrivelmente bem pelo preço. A performance do som é boa, particularmente com as músicas acústicas detalhadas e que não demandam um grave pesado. Em volumes maiores a qualidade é afetada e são definitivamente melhores quando usados em casa, pois não bloqueiam tão bem quanto os concorrentes o ruído externo.

Principais características: cancelamento de ruído, boa construção e cabo longo.
Perfeito para: uso doméstico.
Preço: 250 libras, ou R$ 760 reais.


E eu que comprei um na 24 de Maio e achei que tava aparovando...

8 de fevereiro de 2013

THE BASEBALLS: PARECE VELHO, MAS É NOVO. E BOM.

Imagine um trio vocal fazendo Rockabilly nos anos 2000. Já sei: você pensa que Rockabilly nos dias de hoje resume-se a um trio decadente de pessoas que juram ser a reencarnação de ELVIS PRESLEY ou coisa parecida. Isso até existe, mas certamente não é o caso.

O THE BASEBALLS foi formado na Alemanha em 2007 e tem três topetudos vocalistas (BASTI, SAM e DIGGER) além de seus músicos. A proposta dos caras não é fazer tributo manjado aos clássicos do Rock da década de 1950 ou 1960. Pelo contrário, destacam-se por executar músicas Pop da atualidade com arranjos Rockabilly de primeira qualidade. O resultado é interessante e bem divertido.

The Baseballs tem até fã-clube no Brasil. Oh, Boy, as mina pira.
Eles já lançaram três discos de estúdio: Strike (2009), Strings and Stripes (2011) e Good Ol' Christmas (2012). Isso sem contar singles e versões ao vivo. Eu diria que eles são uma versão Rockabilly do A-HA em pleno século XXI.

E se você acha que esse lance não vinga por aqui, se engana. Aliás existe na rede mundial de computadores uma fanpage brasileira de alto nível.

Ainda torcendo o nariz pros bonitões? Então dê uma olhada nos vídeos abaixo e se divirta com o videoclipe de "Chasing Cars", além das versões para músicas do Rapper 50 CENT, da cantora RIHANNA e do famigerado MICHEL TENHADÓ TELÓ.





Bom, se eles conseguiram regravar com sucesso uma música do 50 CENT e tornar audível um "clássico" do sertanejo universitário brasileiro, já podemos acreditar que chorume é reciclável.


3 de fevereiro de 2013

AS PIORES CAPAS DE DISCO (2)

Yep... Mais um post com aquelas inimagináveis capas de discos.

Adorei o nome da banda. Eles devem ser bem técnicos...lol

O Carnaval holandês é um dos que eu mais gosto, pois está bem longe daqui

Entrou para o Guiness Book: o maior número de consoantes em uma capa com pneu

 Os cenógrafos holandeses e suas idéias

Alguns sabem fazer uma piadinha...

...outros me racham a cara de vergonha.

Com eles escreveu, não leu, o pau comeu

Uma das influências do DJ Marlboro (Rá!)

Quero ver esse Charlie fazer carreira solo...

Esses caras nunca levam as esposas pra jantar. Por isso estão com esses chifres


2 de fevereiro de 2013

FEIRA DE VINIL PARA QUEM CURTE TRILHAS SONORAS



É neste sábado (02) no antigo Cine Condor.

Desculpem, não deu tempo de avisar antes. Mesmo.