23 de abril de 2018

FEIRA DE DISCOS DA BOCA #4

No próximo dia 12 de maio teremos a quarta edição da Feira de Discos da Boca Maldita (aka Feira de Discos da Boca). O evento é organizado pelos lojistas Marcos (Joaquim Livros e Discos) e Horácio (Sonic - Especiarias Sonoras).


Mesmo realizada num espaço físico menor do que outras, a "Feira da Boca" marca pela exigente escolha dos expositores (visando a qualidade e variedade do material) e pelo renovado e intenso público.

Serão dezenas de milhares de discos de vinil de todos os melhores gêneros a preços bem variados, além de produtos afins. Isso sem contar o bom papo, garantidíssimo!

Estarei presente com a Roqueiro Curitibano Discos oferecendo duas caixas de LPs de Rock a preços justíssimos (vários a preço de banana) Prestigiem!

Serviço:
Feira de Discos da Boca #4
Data: 12 de Maio de 2018 (Sábado)
Local: Slaviero Slim (Rua Luiz Xavier, 67, Centro)
Horário: das 10h às 19h
Página oficial do evento: link


5 de abril de 2018

HOUSE & TEKNO: RARA COLEÇÃO DE MÚSICA ELETRÔNICA ESTÁ A VENDA

Um dos meus grandes amigos está anunciando uma das mais raras coleções de música eletrônica. Trata-se da série de oito CDs intitulada House & Tekno. Segundo os conhecedores da area, essa coleção é o "Project" da Dance Music. A cerca de um ano, anunciei uma coleção completa do Rock N Roll Project que também pertencia a ele (e obviamente já foi vendida).


Em razão da raridade do material, o valor pedido é de R$ 800,00.

Interessados (somente interessados) deixem suas mensagens no e-mail maxmoretti@hotmail.com.


REVIEW: 22ª FEIRA DO VINIL DO CANAL DA MÚSICA - 24/03/2018

E rolou no último dia 24 a vigésima segunda edição da Feira do Vinil do Canal da Música. Foi a "volta" da maior feira de discos de Curitiba após um hiato de aproximadamente um ano.


Duas semanas após participar de outra grande feira da capital, levei minhas modestas caixinhas ao belo Canal da Música. Acompanhado da primeira dama, cheguei cedo. Mesmo assim, muitos expositores já estavam a postos, inclusive negociando seus bolachões.

Após me "abancar" na localização costumeira, fui dar um rápido rolé para ver algumas caixas e rever os amigos: Gustavo, Edson, Benedito, Ivo, Rey, Bob, Werkley, Ronald, Nei, Alexandre, Eduardo, Adriano, Nelson, Guilherme, Paulo, Danilo, Marcos e Almir. Aliás, o trabalho do Almir será tema de uma excelente postagem em breve (fiquem atentos).


MILHARES DE OPÇÕES
Tudo que é tipo de discos, tudo que é tipo de preços. As opções estavam muito boas. Lembro de coisas a preço de banana, como um Picture Disc duplo do KISS vendido pela Mafer, e de raridades a preços justos, como um puta LP duplo do HUMBLE PIE ofertado pela Melômano Discos.

POVO GENTE FINA
É impressionante como vejo pessoas diferentes a cada feira de discos. E como alguns conseguem ir a todas elas (risos). Novamente encontrei aquela turma bacana: Alexandre, Francisco, Wagner, Edenil, Wilson, Gláucio, o DJ Jeison Sales e meu super xará Dennys (e família).... Também pude conhecer o grande roqueiro Luisinho Blackbox com quem só falava pela internet. Gente finíssima.

ALÉM DO VINIL
A feira em questão se especializou em oferecer um mix de opções em meio aos Long Plays. Food Trucks, músicas ao vivo, discotecagem e espaço kids foram os destaques "extra discos". Esse montante de opções não agrada a expositores mais tradicionais. Mas é uma forma que os organizadores encontraram para trazer um público maior. Aliás, este foi estimado em 6.000 pessoas.


NEM TUDO SÃO FLORES
Acho praticamente impossível uma organização de evento satisfazer igualmente a todos os visitantes/clientes. Mas se tem uma coisa que não pode faltar é o bom senso. E aqui ele faltou um pouquinho. Vejam o que aconteceu: minha esposa foi buscar sanduíches para "almoçarmos" mas foi impedida por um segurança de retornar ao interior da feira. Diferentemente de edições anteriores, foi proibida a entrada de alimentos e bebidas no espaço onde sempre ficaram os LPs. Uma babaquice.

Isso pode parece algo irrelevante, mas não é. Desta forma, tivemos que comer do lado de fora sem lugar para sentar (todas as mesas estavam ocupadas).  Por um tempo, meus discos ficaram a deriva, já que tive de sair para tentar resolver a questão. Não vou nem comentar sobre a garotinha que foi impedida de entrar com um sorvete.

Conversando com outros organizadores de eventos vinílicos, ouvi um argumento sobre a limpeza do local, que onera o "pós feira". Mas será que uma sede cultural pertencente ao governo do estado teria um ônus maior do que a satisfação de visitantes e expositores? Na próxima avisem que eu levo meu sanduba caseiro...


Outra coisa que gostaria de comentar é o volume da discotecagem no interior da feira. Alto pra caralho, quase inviabilizando o ótimo papo que rola em todas as feiras de discos.

VENDAS
Minhas vendas foram bem modestas. Basicamente envolveram as promoções de R$ 10,00 e R$ 20,00. Não posso falar (como nunca falo) sobre as vendas dos colegas. Espero que tenham vendido muito.

PRA NÃO PASSAR EM BRANCO...
Embora eu esteja me desfazendo de minha coleção de discos desde 2015, faço questão de ainda ter alguns exemplares de clássicos pelos quais tenho muito carinho, como os discos do TEN YEARS AFTER que tanto exalto. E tive a chance de ter novamente um clássico absoluto: o LP No Dice, do BADFINGER, que obtive num rolo.


No demais, posso dizer que as duas últimas edições desta feira foram bem parecidas.

Aguardemos a próxima. Um abraço a todos.