7 de outubro de 2020

ROCK DE LUTO: EDDIE VAN HALEN

Estou encontrando dificuldades em escrever algo aqui.

Eu curtia "Jump" e "Panama" ainda piá, pelo rádio. Na adolescência, quando comecei a comprar meus discos de Rock, o VAN HALEN era minha segunda banda (logo atrás da minha então febre pelo KISS). 

TODAS as minhas experiências com os álbuns do VAN HALEN foram positivas. Para mim, por muito tempo, o primeiro disco da banda esteve em um patamar simplesmente inalcançável. Acho que ainda está. O 5150 me impressionava por concentrar tanta energia.

Lembro de comprar alguns LPs deles na Fígaro, loja do Seu Paulo. Curiosamente, 1984, o álbum mais famoso comercialmente, foi o vinil mais tardio da banda em minha coleção (um exemplar perfeito comprado na loja do Seu Clesius na Comendador Araújo por míseros R$ 4,00). Já os CDs da banda foram adquiridos de maneira aleatória, logo após seus lançamentos: o Balance eu comprei do Cássio, um cara que vendia CDs e trabalhava no Bamenrindus; A Different Kind of Truth foi comprado no Hipermercado Condor de Araucária (risos). 

Sempre apreciei o material da banda com DAVID LEE ROTH nos vocais. Sempre curti o material da banda com SAMMY HAGAR nos microfones. Acho essa "disputa" entre VAN "ROTH" e VAN "HAGAR" uma bobagem. Escutei muito o bom Van Halen III (álbum de 1998 com GARY CHERONE nos vocais).

E tudo isso, todos esses discos, todas essas experiências pessoais, todas essas lembranças têm um nome em comum: o guitarrista e pianista clássico EDWARD LODEWIJK VAN HALEN.

EDDIE lutou bravamente contra os seus demônios pessoais, sempre com um sorriso no rosto.

O que ele fez pelo Rock, pela música, não se mede com palavras.

Muito obrigado por ser a (brilhante) trilha sonora de tantos momentos, EDDIE.

Que Deus te acolha.


P.S: triste pensar nisso, mas, com a morte de EDDIE, a banda não existe mais.

O artista vai, a obra fica. Celebremos com imagens e sons.











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