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17 de outubro de 2021

FAIXAS QUE SERIAM "O SUCESSO" NOS COMERCIAIS DOS CIGARROS HOLLYWOOD - PARTE 1

Quem recorda dos maravilhosos comerciais televisivos dos cigarros Hollywood nos anos 1980 e 1990, com imagens radicais ao som de grandes faixas do Hard Rock/AOR? Como não lembrar das manobras de jetsky ao som de "Miles Away" da banda WINGER ou dos ultraleves coloridos ao som de "Breaking All The Rules" do guitarrista PETER FRAMPTON? Foram dezenas de músicas que passamos a conhecer ou gostar ainda mais por meio das icônicas campanhas publicitárias bancadas pela empresa de cigarros Souza Cruz.

E se fosse possível escolher outros temas musicais para estrelar esses mesmos comerciais televisivos, quais seriam? Procurando seguir o mesmo padrão musical, eu fiz isso.


Nessa primeira parte, apresentarei sete faixas que, em minha modesta opinião, teriam tudo para arrebentar nessas exibições da TV.

Comerciais clássicos
VAN HALEN - Top Of The World
Esse petardo cairia como uma luva nos comerciais aéreos do Hollywood. O álbum For Unlawful Carnal Knowledge deu ao VAN HALEN o prêmio Grammy de melhor disco de Hard Rock em 1991.


PETER FRAMPTON - Hold Tight
Essa é a primeira de duas faixas do subestimadíssimo álbum When All The Pieces Fit que escolhi para essa lista. O álbum de 1989 é um trabalho quase autônomo de PETER e tem um pé no Hard e outro no AOR.


SNEAUX - Take Me
Pra dar uma suavizada. Banda norte-americana pouquíssima conhecida por aqui. Última música do LP lançado pelos caras em 1986.


WHITESNAKE - You're So Fine
Uma das faixas rápidas do excelente disco da banda de DAVID COVERDALE lançado em 1997. Recomendo.


LENNY KRAVITZ - Fly Away
Certamente uma das grandes faixas lançadas nos anos 1990. Mais uma que combina com os clipes aéreos.



Comerciais modernos (longos)
Os comerciais longos não exploraram as faixas comerciais como antes, mas pegando carona nos clipes de altíssimo nível selecionei duas músicas que ficariam ótimas nessa sofisticada campanha de 1997.

PAUL STANLEY - Live To Win
O cara das músicas românticas do KISS lançou seu primeiro trabalho "realmente solo" em 2006. Disco de altíssimo nível. Não é exagero dizer que essa faixa seria algo como a "Eye Of The Tiger" dos anos 2000.


GOTTHARD - Master Of Illusion
A exemplo de FRAMPTON e WHITESNAKE, eles também tiveram faixas lançadas nos comerciais da época. Praticamente sem ajustes, parece que a música foi feita para esse comercial.


Na sequência, a segunda parte dessa postagem. Não deixem de conferir!

18 de maio de 2019

KISS: ANÚNCIO PROMOCIONAL DO LP KISS MY ASS (1994)



Esse promo é raridade: divulgação do álbum Kiss My Ass: Classic KISS Regrooved, lançado em 1994. Embora conste da discografia do KISS, trata-se de um tributo à banda. Ele trouxe nomes desconhecidos do grande público brasileiro até então, como THE LEMONHEADS, TOAD THE WET SPROCKET e DIE ARZTE, Mas também permitiu que nomes consagrados da música mundial dessem seu pitaco no tributo noventista, como LENNY KRAVITZ (na faixa que tem STEVIE WONDER nos vocais de fundo), ANTHRAX e EXTREME. Reza a lenda que outros grandes nomes como FAITH NO MORE e STONE TEMPLE PILOTS teriam participado da homenagem, não fosse a burocracia entre gravadoras ou coisa do tipo.

Essa foi a fase "pós Alive III" do KISS. A capa do disco traz uma tradicional família norte-americana à mesa, pintada com as máscaras dos integrantes da banda. Supostamente, as quatros máscaras deveriam representar a formação clássica da banda, mas, por questões legais, não foi utilizada a maquiagem do guitarrista ACE FREHLEY (repare no piá da capa). O jeito foi simular a "Ankh" do guitarrista VINNIE VINCENT, sucessor de ACE.

Outra curiosidade é que em alguns países o álbum foi lançado com a bandeira nacional local de fundo, ao invés da norte-americana. Obviamente aqui não rolou, embora eu pense que teria ficado muito legal.

Kiss My Ass foi o primeiro CD que comprei na vida. Foi na Loja Garcez (do Edifício Garcez, primeiro arranha-céu da capital paranaense). Pra quem não sabe ou não lembra, os CD eram muito caros na primeira metade dos anos 1990. Na época, foi uma "conquista" pra mim ter algo tão "high-tech" (risos). 

Meu primeiro contato com os Compact Disc havia ocorrido um tempo antes disso, quando uma prima me mostrou os CD Tourism (do ROXETTE) e Born in the USA (do BRUCE SPRINGSTEEN) que a irmã dela haviado mandado do japão, junto com um som portátil. A mudança instantânea de faixas e o fato de a bolachinha digital ficar presa à caixinha de acrílico, mesmo de ponta-cabeça, me impressionaram. Era o meu lado caipira perdendo a virgindade para a tecnologia...

Boas lembranças.