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14 de junho de 2026

PETER FRAMPTON: GUITARRISTA GENUÍNO, DISCO GENUÍNO

Quero deixar aqui o meu registro pelo lançamento do novo disco do guitarrista PETER FRAMPTON, um dos meus ídolos no Rock. Trata-se de Carry The Light, álbum com 10 faixas inéditas, disponível em CD e vinil (inclusive com vendas no Brasil pela web) e nas plataformas digitais. O lançamento traz participações especiais.

FRAMPTON tinha tudo pra ser um babaca de marca maior. Talentosíssimo, fazia as meninas gritarem em razão de sua beleza jovem. Por décadas, foi detentor do álbum ao vivo mais vendido em todos os tempos (Frampton Comes Alive). Ganhou um Grammy nos anos 2000. Mesmo assim, o cara é de uma humildade absurda. 

Muita gente não sabe, mas ele passou por INÚMEROS perrengues na carreira. Sobreviveu porque sempre teve os pés no chão. Ele havia anunciado sua aposentadoria em razão da descoberta da chamada Miosite por Corpúsculos de Inclusão (MCI), doença muscular degenerativa. Mesmo assim, resolveu voltar aos palcos, adaptando-se à doença, fazendo shows e gravando novas músicas.

O novo disco é mais um registro honesto de alguém que tem música na alma e que merece muito mais reconhecimento do que teve até hoje.

Particularmente, ouço o cara desde a infância. O compacto em vinil que era dos meus pais e me influenciou ainda está comigo. Tive a oportunidade ímpar de ver o cara de pertinho (literalmente, primeira fila) no Guairão em 2010. Acreditem ou não, o cara deu uma paradinha pra minha esposa tirar uma foto enquanto ele tocava. Sensacional!

Abaixo, capa e playlist do Spotify.



01. Carry The Light
02. Buried Treasure (com BENMOT TENCH)
03. I'm Sorry Elle (com GRAHAM NASH)
04. Breaking The Mold (com SHERYL CROW)
05. I Can't Let It Be
06. Lions At The Gate (com TOM MORELLO)
07. Islamorada (com H.E.R)
08. Can You Take Me There (com BILL EVANS)
09. Tinderbox (com BILL EVANS)
10. At The End Of The Day

Obrigado sempre, PETER FRAMPTON!

8 de abril de 2025

ALICE COOPER TERÁ TOCA-DISCOS E GRAVADOR DE ROLO COM A SUA MARCA

Uma novidade, no mínimo, curiosa: em parceria com a renomada empresa Revox, o roqueiro ALICE COOPER terá à venda uma edição estritamente limitada de toca-discos e gravador de rolo com o seu nome (Alice Cooper Limited Edition).

Ao todo, serão 50 toca-discos e 25 gravadores personalizados e em altíssimo acabamento. Cada peça é numerada e autografada pelo próprio ALICE COOPER.

Fabricado na Alemanha, o toca-discos T77 promete uma incrível experiência visual aliada à qualidade  exigida por audiófilos. Possui capsula Ortofon, tampa de acrílico, dentre outras coisas. Inclui um vinil EP em 45 rotações chamado The Sound of A, o qual só será vendido com o aparelho (ou seja, só existirão 50 desses EPs).

Já o gravador de fitas estéreo B77 MKIII foi otimizado aliando sua indiscutível qualidade com modernos recursos. Assim como o toca-discos, ele também acompanha o EP The Sound of A (em fita, claro). Possui certificado e garantia de dois anos. Aliás, o controle de qualidade na construção desses gravadores é tão alta que os caras não conseguem fabricar mais de 20 peças por mês. Pense...

Sabe o que é mais bacana (e torna os itens ainda mais exclusivos)??? Os compradores poderão retirar os aparelhos em mãos com o próprio Rei do Shock Rock

Haverão dois encontros mundiais: um na Alemanha e um nos Estados Unidos, ambos ao final deste ano. Para ter direito ao Meet & Greet, os interessados deverão adquirir as peças até o dia 31 de outubro. 

O preço? No gravador, você pagará a bagatela de aproximadamente R$190.000,00 (sem frete)... 

Abaixo, fotos e vídeo promocional dessas obras de arte. Baba, baby.







2 de julho de 2014

NOVA TECNOLOGIA FAZ CDs FUNCIONAREM COMO DISCOS DE VINIL

Matéria interessante sobre uma demostração de 2010. Saiu na Exame.com.


Nova tecnologia faz CDs funcionarem como discos de vinil

Adaptado por músico Aleksander Kolkowski, aparelho de som da década de 1950 torna-se capaz de gravar sons em CD para que sejam lidos por agulha de vitrola

São Paulo - O músico londrino Aleksander Kolkowski criou uma nova forma de ouvir e gravar música. Por meio de adaptações num Wilcox-Gay Recordette, aparelho de som da década de 1950, ele desenvolveu uma máquina que transforma CDs em LPs.

Para isso, o aparelho precisa de uma fonte sonora exterior. A máquina é compatível com qualquer dispositivo - inclusive microfones.

Uma vez conectada a outro aparelho, a criação de Kolkowski transforma o sinal elétrico enviado pelo dispotivo externo em uma série de furos microscópicos - que são gravados no CD por meio de uma agulha.

Por fim, o CD fica inutilizado para ser usado em CD Players - mas apto a reproduzir até 2 minutos e 50 segundos de som quando posto para tocar em uma vitrola com frequência de 45 rotações por minuto.

Apresentada por seu criador em demonstrações na Europa, a novidade vem fazendo sucesso. Veja a tecnologia em ação no vídeo a seguir (está em inglês):


"Em algumas ocasiões, as pessoas me perguntam sobre tornar a produção comercial, mas esta não é a minha intenção", afirmou Kolkowski em entrevista ao site The Atlantic.

CD x LP

Num CD, o som ou outros tipos de informação são armazenados por meio de pontos escuros e brilhantes, lidos como bits por CD players com a ajuda de um laser de luz infravermelha. Daí, a denominação da tecnologia como digital.

Já no som analógico presente nos LPs ou discos de vinil, a agulha do toca-disco percorre os sulcos de cada faixa, vibrando e produzindo o som - que é amplificado pelo aparelho. Por seu design atraente e caráter nostálgico, o formato mantém milhões de fãs ao redor do mundo.

No Brasil, uma fábrica de LPs registrou aumento de 126% nas vendas de disco de vinil entre março e abril de 2014 e diversas lojas e sites especializados comercializam discos de vinil.


17 de março de 2014

MODERNOS OU ANTIGOS, PROCURA POR TOCA-DISCOS AUMENTA COM A VOLTA DOS LPs

Postarei hoje uma matéria de Juliete Lunkes para o jornal catarinense Notícias do Dia. Apesar da abordagem local, o texto reflete uma realidade abrangente. Afinal, o aumento na procura pelos discos de vinil em nosso país e a retomada das prensagens nacionais conflitam com a realidade do mercado tecnológico brasileiro. Acompanhe:

Em meados de 2008, quando começou a pipocar no Brasil a notícia de que lá fora a venda de discos de vinil vinha aumentando exponencialmente, muita gente duvidou que o bolachão fosse de fato voltar às estantes dos brasileiros saudosistas e mais ainda que ganharia a atenção de jovens que usavam fraldas quando ele começou a sair de cena por aqui. Mais de cinco anos se passaram, a única fábrica de discos da América Latina, que estava parada, voltou a produzir, músicos brasileiros começaram – ou voltaram – a lançar suas músicas em LP e já não restam dúvidas de que o mercado está mesmo aquecido. A questão agora é outra: é fácil e acessível encontrar aparelhos, novos ou antigos, para rodar a velha novidade? E a manutenção para quem for tirar o pó do toca-discos guardado há 20 anos, é viável?

Mais do que a vontade de trazer o velho ritual de volta e a disposição de vasculhar, quem precisa estar preparado antes de tudo é o bolso do colecionador mais saudosista. É entre R$150 e R$5.800 que ele deve deixar na loja de artigos usados se quiser adquirir um toca-discos, uma vitrola ou mesmo radiola, nem sempre funcionando muito bem.

O vasto acervo eletrônico da loja Mania Móveis Usados, no Centro de Florianópolis, conta hoje com aparelhos da década de 1940, como a radiola em perfeito funcionamento que sai pela bagatela de R$4.800, até os toca-discos mais “modernos”, da década de 1980, que ainda precisam passar por revisão e podem ser levados para casa por R$150. Embora a loja comercialize alguns aparelhos que não passaram pelas mãos de um especialista em recuperação, a maior parte dos que são colocados à venda receberam todos os ajustes necessários e dão um banho em muito produto novinho em folha.

De acordo com Vanderlei Cordeiro, proprietário da loja, o que define o valor de cada aparelho não é exatamente a idade dele, mas justamente seu estado de conservação e funcionamento. Normalmente ele põe um lucro de 100% em cima de cada um dos produtos, que chegam até ele de todas as maneiras. “Às vezes as pessoas vêm vender aqui na loja e outras vezes entram em contato pela internet e a gente vai na casa do cliente avaliar o aparelho. Uma vez fui visitar um que tinha um toca-discos guardado no armário há 20 anos e a mulher dele conseguiu convencê-lo a se desfazer”, lembra Vanderlei, que comanda a loja há 18 anos e há sete abriu uma filial não muito longe dali.

Há seis meses exposta no piso superior da loja, a radiola de 1960, de madeira maciça e qualidade sonora surpreendente, ganhou, na semana passada, uma etiqueta de vendida e está aguardando seu novo dono retirá-la. “Apesar de ela ser cara (custava R$5.800) o comprador não é uma pessoa rica, é gente humilde que compra porque realmente gosta”, ressalta Vanderlei, garantindo ser um ótimo investimento.

“Hoje dia tem também esses toca-discos novos para vender por aí, mas acho que as pessoas ainda compram esses antigos porque gostam do barulhinho que eles fazem. A maior parte dos clientes é um pessoal que curtiu o vinil no passado e quer reviver isso”.


Uma coisa leva à outra

Além dos próprios toca-discos, a loja de Vanderlei dispõe também de uma vasta coleção de discos, para quem quiser sair de lá já com material para alimentar seu aparelho. E a lógica é legítima: quanto mais toca-discos saem, mais bolachões são vendidos. E vice-versa.

De acordo com o comerciante, a saída dos discos hoje é surpreendente e chega a até 250 unidades por mês. “Tem gente que vem e fica meia hora olhando, escolhendo. Vem muito cliente de fora também. O que mais sai é rock e MPB, mas principalmente rock”, ressalta. Apesar da alta procura, Vanderlei afirma que, em contrapartida, ainda tem muita gente querendo se desfazer de suas coleções e dos próprios aparelhos, o que garante o reabastecimento constante das prateleiras.

A uma quadra dali, em um dos sebos da cidade mais frequentados por colecionadores de discos, o Elemental, a questão do gênero musical é corroborada pelo funcionário Adriano da Rosa: os roqueiros realmente são quem mais se interessam pelo vinil hoje. “Vem gente de todas as idades comprar, mas os mais jovens geralmente olham mais do que levam”, afirma. Um dos motivos para isso é o preço salgado de alguns títulos, como o “Help” dos Beatles, original da época, que sai por R$150. Apesar de ter elegido seu disco favorito no acervo da loja, o “Arise”, do Sepultura, Adriano afirma que já se desfez de sua coleção e que por isso não compra mais os títulos da própria loja. “Mas eles às vezes levam”, diz, apontado para os colegas. O sebo costuma vender pelo menos 70 LPs por mês.

Novinho em folha

De olho especialmente no público jovem que está descobrindo agora o prazer de ouvir suas bandas favoritas no vinil, marcas como Teac, Crosley e a brasileira Ribeiro Pavani estão investindo forte em toca-discos modernos, mas com carinha retrô. Além das vendas pela internet, algumas grandes redes de lojas de eletrodomésticos e até de supermercados já comercializam as marcas em seus espaços físicos. 

Há quatro anos representando a japonesa TEAC, especializada em aparelhos e áudio e gravação, a distribuidora Link do Brasil percebeu um aumento significativo nas vendas de toca-discos a partir de 2012. “Inicialmente o público predominante era de uma faixa etária entre 50 e 65 anos, pessoas que mantiveram as suas coleções de discos durante anos e agora viram a oportunidade de voltar a ouvi-los. Hoje, com o aumento da produção de discos e os preços que lentamente estão caindo, isso mudou e o jovens entre 25 e 35 anos estão entre o principal público”, explica Sami Douek, responsável pelo setor de desenvolvimento de produtos da Link do Brasil. A TEAC atualmente trabalha com três modelos de toca-discos, que variam de R$ 1.800 a R$ 2.400. O mais moderno deles – e também o mais caro –, lançado em dezembro de 2013, vem com duas caixas acústicas destacáveis, além da tecnologia Bluetooth, que permite a transferência de arquivos de áudio diretamente do computador ou do celular. “Esse produto é o que eu chamo de ‘menina dos olhos’, tem um incomparável custo benefício”, garante Sami. De acordo com ele, o crescimento na venda de toca-discos tem registrado anualmente um aumento de aproximadamente 30%.Entre as principais lojas que trabalham com os produtos da TEAC estão a Fnac, as lojas Colombo, Submarino, Magazine Luiza e Fast Shop, embora apenas em São Paulo e no Rio de Janeiro eles sejam encontrados nos espaço físicos.

Manutenção e recuperação

Mesmo com a opção de comprar um toca-discos moderno e com cheirinho de novo, parte dos novos e velhos adeptos do LP ainda dá preferência aos modelos antigos, e razões para isso não faltam. Há 25 anos instalada na Lagoa da Conceição, a eletrônica Tecnotronic, comandada por Valter Bevilacqua e o filho Yuri, viu a demanda por recuperação e manutenção de toca-discos aumentar consideravelmente de um ano para cá. “Hoje a gente recebe em torno de dez aparelhos por mês, da vitrolinha aos mais modernos, sendo que uma recuperação pode levar até três meses”, conta Yuri, responsável por dar vida nova a todos os que chegam na eletrônica. Ele conta que aparece todo o tipo de gente na porta do estabelecimento com todos os tipos de aparelhos em mãos, embora os mais jovens ainda optem pelos mais simples e baratos.

Amante do vinil desde criança e não satisfeito apenas com sua coleção que já ultrapassa 400 títulos – e que fica longe da eletrônica, onde só um do Balão Mágico e outro do Iron Maiden circulam para testes –, Yuri também coleciona toca-discos. O rapaz já acumula em casa 25 deles desde começou a trabalhar com o pai, na década de 1990, quando passou ter verdadeira adoração por eles.

Para refazer toda a estrutura dos aparelhos que recebe, desde a restauração da madeira até a parte elétrica, Yuri afirma que é sempre complicado conseguir as peças necessárias. “Tudo é difícil aqui no Brasil, tenho que comprar dos Estados Unidos e é tudo muito caro, o imposto é enorme”, desabafa. Por causa disso, uma restauração completa custa em torno de R$350. Mesmo assim, no alto de sua experiência como técnico e colecionador, ele garante que vale muito mais a pena recuperar um toca-discos antigo do que comprar um novo. “Esses que fabricam agora não são bons, são todos feitos de plástico e na China”, dispara.

5 de março de 2013

AS PIORES CAPAS DE DISCO (3)

Eis a terceira (e derradeira?) postagem com aquelas capas de discos que encantam a todos nós.


Seriam os precursores do sertanejo universitário?

Castidade garantida ou seu dinheiro de volta

Engraçado, eu tive um óculos desse e nunca pensei em lançar um disco...

Cara de bunda ou bunda de cara?

Eu sempre soube que esses comunistas eram uns safados...

Ela lembra uma estrela da TV: Tony Ramos

Antônimo de "Viagra"

Moça, me diga quem fez sua sombrancelha que eu pego essa sacana

Isso é que é tocar uma peladão

Um cara feio. Só isso.

Esse é o fim das postagens com piores capas. Eu acho.



26 de fevereiro de 2013

7ª FEIRA DO VINIL EM CURITIBA

Neste sabadão (02) tem a sétima edição da Feira do Bolachão (Feira do Vinil) realizada pelo Canal da Música.
 
Conforme anunciado serão mais de 25.000 títulos em vinis para todos os bons gostos. São esperados mais de vinte vendedores de três estados da Federação.


O Canal da Música fica na Rua Júlio Perneta, 695, Mercês. Para saber como chegar, clique AQUI.

3 de fevereiro de 2013

AS PIORES CAPAS DE DISCO (2)

Yep... Mais um post com aquelas inimagináveis capas de discos.

Adorei o nome da banda. Eles devem ser bem técnicos...lol

O Carnaval holandês é um dos que eu mais gosto, pois está bem longe daqui

Entrou para o Guiness Book: o maior número de consoantes em uma capa com pneu

 Os cenógrafos holandeses e suas idéias

Alguns sabem fazer uma piadinha...

...outros me racham a cara de vergonha.

Com eles escreveu, não leu, o pau comeu

Uma das influências do DJ Marlboro (Rá!)

Quero ver esse Charlie fazer carreira solo...

Esses caras nunca levam as esposas pra jantar. Por isso estão com esses chifres